Povos nas ruas contra o golpe Protesto Estocolmo Protesto Coimbra

Grupos de trabalho (GT)

Acontecerão no sábado à tarde, com duração de 2 horas. Cada GT tem por objetivo a troca de experiências que potencialize aprendizagens e formas de trabalho para as pessoas e coletivos em seus respetivos países de residência. Os GTs não são exclusivos de pautas de lutas correlacionadas ou de denuncia contra o Golpe. Todas as pautas sugeridas pelos membros dos GTs poderão ser tratadas segundo regulação interna. O objetivo é que cada GTs tenha uma série de resoluções operativas que poderão ser realizadas por cada coletivo.

As conclusões e sugestões de cada GT serão compartilhadas durante a plenária. Cada GT será composto de, entre 20 até 25 pessoas com eleição de :

  • um(a) mediador(a)
  • uma relatoria.
  • dois representantes (homem e mulher) para apresentação das conclusões durante a plenária.

Contextualização

O ano de 2016 ficará marcado na história do Brasil como o ano que o país foi vítima de um golpe de Estado, amplamente apoiado pelos meios de comunicação do país que ajudaram a criar as condições para que esse golpe tivesse êxito. Os brasileiros no exterior, já no início do ano, vislumbrando o agravamento da crise institucional que assolava o país, organizaram atos pelas principais capitais da Europa para denunciar e mostrar ao mundo os desmandos de um Judiciário enfraquecido, de uma mídia e atores políticos golpistas e ainda de um possível envolvimento de grandes grupos norte americanos. Desde de março 2016, em diversas cidades do mundo, grupos e coletivos promoveram atos em apoio ao governo brasileiro eleito e pela garantia dos resultados das eleições. Estava criada a Rede de Brasileir@s no Mundo contra o Golpe.

Desde então os coletivos e grupos têm realizado ações nas suas cidades ou de maneira coordenada internacionalmente. Os GT são uma oportunidade de trazer os aprendizados dessas experiências e achar soluções coletivas às dificuldades encontradas. Segue uma pequena apresentação de cada GT. Deixamos a possibilidade, durante sua inscrição de sugerir a formação de um quinto GT sobre um aspecto da mobilização que não tenhamos abordado. Consideramos as sugestões e criaremos um quinto GT que reflete uma demanda coletiva, caso ela exista.

GT1 - Aspectos jurídicos

Este Grupo de Trabalho pretende discutir sobre formas de atuação coletivas tendo como base atividades jurídicas úteis para denuncias o golpe de Estado no Brasil e os retrocessos decorrentes. O grupo de trabalho permite troca de experiências e sugestões propositivas para consolidar uma solidariedade internacional em defesas aos movimentos sociais criminalizados, aos grupos alvos de violações de direitos humanos, e em proteção de recursos naturais.

GT2 - Aspectos culturais

Este Grupo de Trabalho pretende discutir sobre formas de atuação coletivas tendo como base atividades culturais que possam ser realizadas para denunciar o golpe ocorrido no Brasil e os retrocessos decorrentes, bem como trazer pautas propositivas para a mobilização social pela Democracia e defesa dos Direitos Humanos no nosso país. Entende-se por atividades culturais aquelas que trazem linguagens artísticas e formas criativas de integrar militantes e simpatizantes das causas em questão. Apenas como exemplo, falamos aqui em sarau, apresentação musical, exposições de foto, desenhos, performances, dentre outras que já foram experimentadas pelos coletivos ou que possam vir a ser, conforme a criatividade permitir.

GT3 – Aspectos comunicacionais

Este Grupo de trabalho trabalhará sobre as ferramentas ligadas a aspectos comunicacionais para realização de atividades não só coletivas da rede de brasileiros no mundo contra o golpe como em cada coletivo. Com essas ferramentas o GT buscará reforçar a capacidade de cada coletivo em dar ampla visibilidade as suas ações, em estar mais em contato com os diferentes grupos, com as mídias progressistas no Brasil além de jornalistas nos seus respectivos países.

GT4 - Aspectos político-institucionais

Este Grupo de Trabalho pretende discutir aspetos político-institucionais de cada grupo ou coletivo para denuncias o golpe de Estado no Brasil e os retrocessos decorrentes. O grupo poderá debater a formação e perenizarão de coletivos em suas cidades/países e para a consolidação da Rede de Brasileir@s no Mundo contra o golpe. Se sugere que o grupo seja abrangente e potencialize as diferentes pautas dos coletivos conseguindo visibilidade e solidariedade internacional.